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anos de praticas criativas

_pra quem vive
da própria criação

A atenção é o Big Bang

da criatividade.

Aprenda a educar seu olhar para dar 

forma ao que diferencia o seu trabalho.

Olá, muito prazer!

PAMELA MACHADO.png

Tenho um diploma que diz que  sou  bacharela em design, porém, minhas curiosidades nunca couberam nesse título.

Então, além de chamar Pamela sou também pesquisadora da criatividade, do ato da criação e da forma como transformamos aquilo que vivemos em diferencial e valor percebido.

 

Dedico meu trabalho a investigar como aprendemos a olhar, construir significado e dar forma ao que diferencia o nosso trabalho.

É dessa investigação que nascem as ferramentas, os processos e as conversas que compartilho.

O que faço aqui na prática

Crio experiências, ferramentas e processos de aprendizagem que desenvolvem o letramento criativo para ajudar pessoas a reconhecer, organizar e dar forma ao que diferencia o seu trabalho.

O que ajudo a resolver

O problema de quem sabe muito e cria muito... mas ainda não consegue transformar tudo isso em uma comunicação clara, coerente e reconhecida pelo seu verdadeiro valor.

Para quem vive da própria criação_edited.jpg

Pra quem é o meu traballho?

Meu trabalho é para quem vive da própria criação. É para quem quer transformar ideias em valor percebido.

Para quem sabe que existe algo único no seu trabalho, mas ainda sente dificuldade em reconhecer, comunicar e dar forma a isso.

É para quem deseja construir uma comunicação que não dependa de fórmulas, volume de conteúdo ou tendências, mas de uma mensagem clara, coerente e sustentada pelo próprio ponto de vista.

 

Talvez você se reconheça aqui se é:

  • Designer

  • Social Media

  • Consultor

  • Educador

  • Criador de conteúdo

  • Empreendedor

 

Ou qualquer profissional que viva da

própria capacidade e necessidade de criar.

Para quem vive da própria criação_edited.jpg

Porque, no fim das contas, todos

compartilham o mesmo desafio:

transformar aquilo que sabem, vivem e enxergam em um trabalho reconhecido pelo seu verdadeiro valor.

Às vezes, pode parecer que estou falando sobre mim.

Mas, se você experimentar olhar mais uma vez, pode descobrir que talvez eu esteja falando sobre você.

 

Quando você me vir falando sobre corrida, pode ser que eu esteja, na verdade, falando sobre processo de criação.

 

E talvez, quando você achar que estou falando apenas sobre criatividade, eu esteja falando sobre algo ainda maior, como…👀

 

sobre aprender a perceber melhor o mundo, reconhecer o que nos atravessa, construir critérios próprios e dar forma ao que existe de particular na nossa maneira de pensar, criar e viver. 😌⚡️🤌🏼

 

Por isso, talvez meu perfil exija de você a mesma coisa que a criatividade exige de nós: olhar uma vez e... experimentar olhar de novo...

Todo projeto significativo começa com uma pesquisa.

Uma investigação que nasce, cresce por meio de uma curiosidade.

Às vezes ela muda de nome, de forma e de linguagem. Mas, na essência, continua respondendo à mesma pergunta. E esta fala vinha pedindo espaço na minha comunicação há muito tempo.

Talvez porque ele marque o momento em que finalmente assumo, em público, as perguntas que atravessam meu trabalho há mais de vinte anos.

Steve Job tem uma frase que amo onde ele diz que:

"Você não consegue ligar os pontos olhando para a frente; você só consegue ligá-los olhando para trás. Então você tem que confiar que os pontos se ligarão de alguma forma no seu futuro."

E foi neste nostálgico exercício de revisitar meus sketchbooks, meus estudos, e após páginas e páginas de escrita matinal, percebo agora que nunca estive apenas estudando criatividade, sempre estive pesquisando o ato da criação.

Um breve recorte da minha trajetória

Sou designer de formação e atuei por muitos anos como diretora de arte e criação em agências de publicidade, trabalhando diretamente com construção de conceitos, campanhas, narrativas e expressão visual de marcas.

Essa vivência me deu algo que vai muito além de técnica estética:
me ensinou a pensar estrategicamente antes de criar.

Com as vivências do design e da publicidade, aprendi que:

  • ideia sem estratégia não sustenta

  • estética sem intenção não comunica

  • criatividade sem critério vira ruído

Foi nesse ambiente — entre briefing, conceito, linguagem e execução — que desenvolvi a habilidade de traduzir pensamento estratégico em forma, narrativa e expressão.

pamela_machado_.jpg

  de um pergunta veio uma uma virada de chave...  

Durante muitos anos, trabalhando com marcas, uma coisa sempre me intrigou.

 

Quanto mais eu conversava com clientes, ouvia suas histórias, observava a maneira como trabalhavam e as coisas que sabiam, mais eu ouvia também, o quanto eles acreditavam que suas histórias eram simples demais e sem graça demais para tornar a sua comunicação mais interessante e diferenciada.

 

E o curioso é que onde eles viam via assuntos banais e rotineiros, eu enxergava em cada história algo muito particular, como um jeito de pensar, uma forma única de fazer e entregar valor.

E eu pensava… como é que ele não está vendo isso?

Porque onde meus clientes enxergavam banalidade, eu via valor.
Onde eles enxergavam apenas rotina diária, eu via um tremendo repertório criativo!

E onde ele enxergava apenas um jeito normal de fazer as coisas, eu via ali seu maior diferencial!

 

Durante muito tempo, parte do meu trabalho foi emprestar os meus olhos para investigar, fazer perguntas, encontrar padrões, estabelecer conexões e reconhecer aquilo que merecia atenção, de modo a mostrar para ele todo o potencial e diferencial que eu enxergava ali.

 

Mas em algum momento uma pergunta começou a me perseguir: e se, em vez de precisar dos meus olhos, ela aprendesse a usar os próprios para enxergar todo o potencial criativo que eu vejo nele?

 

Porque existe um enorme desperdício quando alguém não consegue reconhecer o valor daquilo que já existe em si.

 

Um tremendo desperdício de repertório, de ideias, de experiências, de trabalho… Às vezes, até de vida.

 

E da soma da minha pesquisa e inquietação, nasceu o Mapa da Criação.

Porque né? Eu não posso te emprestar os meus olhos, mas posso te ensinar a enxergar.

 

Educar o olhar para perceber o que merece a sua atenção, a reconhecer valor no seu repertório para encontrar os padrões que atravessam aquilo que você faz.
 

A construir critérios para escolher entre tantas possibilidades e assim, transformar tudo isso em sentido, direção e expressão.

 

Porque o Mapa da Criação não foi criado para te entregar uma resposta sobre qual é o seu diferencial.

Ele foi criado para que você desenvolva o olhar necessário para reconhecê-lo.

E, então, consiga assim dar forma ao que diferencia o seu trabalho.

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